População critica prefeito Cassiano Maia e diz não aguentar mais moradores de rua que praticam crimes e armam barracas em vias públicas de Três Lagoas
O clamor é para que o prefeito assuma responsabilidade direta, saia do campo das ações paliativas e apresente soluções concretas
Moradores de diversos bairros de Três Lagoas (MS) têm feito duras críticas à gestão do prefeito Cassiano Maia, afirmando que a cidade vive uma situação de insegurança constante diante do aumento de pessoas em situação de rua que, segundo relatos, praticam furtos, roubos, ameaças e tentativas de homicídio.
A presença dessas pessoas tem sido apontada em várias regiões da cidade, principalmente na Estação Rodoviária, nas duas Lagoas da cidade, nas imediações do Centro POP, na frente da biblioteca municipal e, mais recentemente, em frente a comércios e residências, o que tem gerado revolta entre moradores e comerciantes.
Entre os pontos críticos citados pela população é a Rua Protázio Garcia Leal, nas proximidades do Centro POP no bairro Santa Terezinha, onde pessoas em situação de rua montam barracas, utilizando o espaço público de forma irregular e, segundo relatos, intimidando moradores, causando medo e prejuízos à comunidade local.
A população reconhece que o município possui o Centro POP, destinado ao atendimento social dessas pessoas, mas avalia que as medidas adotadas até o momento não têm sido suficientes para conter o problema.
Moradores cobram que o prefeito lidere ações mais firmes e integradas, envolvendo Assistência Social, Saúde, Segurança Pública e demais autoridades, para enfrentar a situação.
Moradores também ressaltam que a Polícia Militar realiza abordagens constantes, rondas e atende às ocorrências sempre que acionada. No entanto, a PM fica limitada em suas ações, já que a situação envolve um problema social, cuja responsabilidade é do Município.
Para os moradores, cabe à Prefeitura de Três Lagoas adotar medidas mais firmes e efetivas, capazes de retirar essas pessoas das vias públicas e garantir tranquilidade à população, inclusive a análise de internação compulsória, nos casos em que haja dependência química associada à prática de crimes e risco à população, sempre dentro do que permite a legislação.
“O problema deixou de ser apenas social e virou caso de segurança pública. As famílias estão com medo dentro de casa”, relatou um morador, que pede providências urgentes.
Para a população, a sensação é de omissão do poder público municipal diante de um problema que cresce a cada dia. O clamor é para que o prefeito assuma responsabilidade direta, saia do campo das ações paliativas e apresente soluções concretas, garantindo segurança, ordem nas vias públicas e tranquilidade aos moradores de Três Lagoas.
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https://www.tlnoticias.com.br/noticia/48526
Fonte: Da Redação




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