População compara Ângelo Guerreiro à atual gestão e diz sentir falta do “prefeito do povo” em Três Lagoas
Enquanto o cenário político segue em transformação, uma coisa é clara nas ruas de Três Lagoas: Ângelo Guerreiro continua sendo lembrado, elogiado e querido
A diferença entre estar no cargo e estar com o povo nunca foi tão comentada em Três Lagoas (MS). Nas ruas, em conversas informais, em comércios e redes sociais, um nome segue sendo lembrado com carinho e saudade: Ângelo Guerreiro.
Mesmo fora da Prefeitura, Ângelo continua presente no dia a dia da população. É visto caminhando pela cidade, ouvindo moradores, atendendo pedidos, dialogando com comerciantes e mantendo uma proximidade que, segundo muitos tres-lagoenses, faz falta na atual administração municipal.
Enquanto a atual gestão é frequentemente apontada como mais distante e burocrática, Guerreiro é lembrado como alguém que sempre gostou de estar nas ruas, olhando no olho, conversando, ouvindo críticas e sugestões. Para muitos moradores, ele não perdeu a essência, mesmo após deixar o cargo.
“Ângelo sempre foi acessível. Você encontrava ele no bairro, no comércio, na rua. Isso não acabou quando ele saiu da Prefeitura”, comenta uma moradora do bairro Santa Terezinha. Esse sentimento se repete em diferentes bairros da cidade.
A simplicidade, o carisma e a empatia são características constantemente associadas ao ex-prefeito. Ele é descrito como alguém que não se afastou da população, mantendo um estilo popular que marcou sua passagem pelo comando do município, sempre usando seu chapéu e ao lado do seu cachorro, o “perigoso”.
Para muitos, essa postura o consolidou como um verdadeiro “prefeito do povo”.
Outro ponto que movimenta os bastidores políticos é a expectativa de que Ângelo Guerreiro volte às urnas, desta vez como candidato a deputado estadual. A possível candidatura é vista por apoiadores como uma oportunidade de levar para a Assembleia Legislativa o mesmo perfil que marcou sua gestão municipal: proximidade, diálogo e defesa das pautas municipais e regionais.
A comparação com a atual gestão surge de forma espontânea entre os moradores. Não se trata apenas de obras ou números, mas de presença, escuta e relação humana. Para muitos tres-lagoenses, Ângelo faz falta não apenas como gestor, mas como figura pública próxima da população.
Enquanto o cenário político segue em transformação, uma coisa é clara nas ruas de Três Lagoas: Ângelo Guerreiro continua sendo lembrado, elogiado e querido, mostrando que, para parte significativa da população, liderança se constrói com empatia, simplicidade e contato direto com o povo.
Fonte: Da Redação
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