Lixão a céu aberto revolta moradores do Cinturão Verde em Três Lagoas que cobram ação imediata da Prefeitura
A revolta aumenta porque, conforme os moradores, a Prefeitura já foi acionada diversas vezes, mas as medidas adotadas até agora foram apenas paliativas
Moradores da região do Cinturão Verde, em Três Lagoas, voltaram a denunciar uma situação crítica e revoltante causada pelo descarte irregular de lixo. O local, que não é ponto oficial de descarte, acabou se transformando em um verdadeiro lixão a céu aberto, gerando transtornos, indignação e grave preocupação com a saúde pública.
Moradores que convivem diariamente com o acúmulo constante de resíduos, entre eles lixo doméstico, restos de construção, sofás, colchões, móveis velhos, sacos de cimento, restos de cana, cadernos e até equipamentos descartados irregularmente.
O cenário é de abandono: mau cheiro intenso, presença de animais, insetos e risco de proliferação de doenças.
Uma das moradoras da região disse que vive em frente ao local e relatou que a situação se tornou insustentável. “Além do cheiro forte e dos animais, temos medo. Quando tentamos reclamar, algumas pessoas chegam a ameaçar. Já tivemos invasões, furtos e agressividade. A gente só quer uma solução”, desabafou.
Segundo os relatos, o lixo é jogado tanto por moradores da região quanto por pessoas que chegam de carro e caminhonete vindas de outros bairros. Mesmo com placas improvisadas pedindo para não descartar resíduos, o problema continua. “Parece que virou terra de ninguém. Todo mundo joga lixo aqui”, afirmou outra moradora.
A revolta aumenta porque, conforme os moradores, a Prefeitura já foi acionada diversas vezes, mas as medidas adotadas até agora foram apenas paliativas.
A situação é ainda mais preocupante por estar próxima de residências e de um local conhecido como adequado para descarte, o próprio Buracão do Jupiá. “É revoltante saber que existe lugar correto para jogar lixo e, mesmo assim, fazem isso aqui, na frente das casas”, comentou um morador.
A comunidade cobra providências urgentes do poder público, como fiscalização mais rigorosa, instalação de câmeras de monitoramento, aplicação de multas aos infratores, ações educativas e campanhas de conscientização.
Enquanto nenhuma solução definitiva é apresentada, os moradores seguem convivendo com o abandono, o medo e os riscos à saúde, esperando que a situação finalmente deixe de ser ignorada.
Fonte: Da Redação
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