Casal tem trigêmeos antes de começar tratamento para engravidar: 'Foi um choque'

Casal de Ilha Solteira (SP) começaria tratamento em 2021, mas descobriu gravidez natural de trigêmeos antes mesmo de procurar por médico.

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Casal tem trigêmeos antes de começar tratamento para engravidar: 'Foi um choque'

De forma natural, a alegria de um casal de Ilha Solteira (SP), distante 70 Km de Três Lagoas foi triplicada.

Daisyelle e Lúcio de Paula descobriram que não poderiam ter filhos sem o auxílio de tratamento, mas tiveram a surpresa de engravidar de trigêmeos antes mesmo de procurar por um médico.

Daisy sempre sonhou em ser mãe, mas engravidar de forma natural poderia ser um risco para ela e para o bebê por causa de problemas de saúde.
“Sempre tive problema para engravidar. Tenho mioma, outros problemas e sempre fiz tratamento com médicos em Ilha Solteira. Estar grávida estava bem longe do que eu esperava”, conta.

Na primeira ultrassonografia o casal teve a segunda surpresa e descobriu que esperava por trigêmeos.

“Foi um choque, estava filmando a imagem do monitor e o celular até saiu a filmagem quando o médico disse que era trigêmeos, foi emocionante”, afirma Lúcio.

“Quando descobri os trigêmeos, no mesmo tempo que fizemos festa, foi assustador. Pensar na gravidez de risco, durante uma pandemia, foi bem complicado”, complementa Daisy.

Ana Clara, Lorenzo e Benjamin nasceram prematuros no dia 27 de setembro, no Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto (SP). Eles precisaram ficar internados por 30 dias, mas durante todo o período foram acompanhados por uma equipe médica.

De acordo com Carlos Eduardo Garcia, a gestação de trigêmeos não é comum de forma natural.

"A gestação de trigêmeos é muito rara. Em 25 anos de profissão é o primeiro caso que acompanho de gestação espontânea. Temos trigêmeos em uma fertilização in vitro, mas de forma espontânea é rara, ainda mais no caso da Daisy."

Agora os papais de primeira viagem encaram o desafio de cuidar dos bebês e contam com a ajuda de familiares e amigos.

“O custo é alto. As crianças têm de se vestir, precisam de medicação, o leite. E eles vão crescendo então essa ajuda é muito importante”, diz Daisy.

Fonte: G1 Rio Preto

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