Em apenas dois dias, vigilância sanitária fechou duas comunidades terapêuticas em Três Lagoas

As operações reforçam a importância da fiscalização para verificar as condições sanitárias e a regularidade de estabelecimentos que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade

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Em apenas dois dias, vigilância sanitária fechou duas comunidades terapêuticas em Três Lagoas

 

A fiscalização da vigilância sanitária de Três Lagoas merece destaque ao intensificar ações em Três Lagoas e, em apenas dois dias, duas comunidades terapêuticas foram interditadas cautelarmente durante uma força-tarefa realizada no município.

As duas interdições ocorreram em dias consecutivos. A primeira foi realizada na quarta-feira, 9 de setembro, na Estância Terapêutica Efésios 6, no Jardim Roriz. Já na quinta-feira, 10 de setembro, a força-tarefa realizou a segunda interdição, desta vez na Casa de Recuperação Restaurando Vidas

A ação ocorreu após a interdição da Estância Terapêutica Efésios 6, situada na Rua Aparício da Silva Camargo no bairro Jardim Roriz, onde estavam cerca de 42 pessoas. Segundo a fiscalização, a unidade possuía autorização municipal como comunidade terapêutica acolhedora, mas estaria exercendo atividades incompatíveis com essa modalidade sem a autorização sanitária estadual correspondente.

A segunda interdição ocorreu na Casa de Recuperação Restaurando Vidas, localizada na Rua Elmano Soares no bairro Jardim Cangalha onde havia aproximadamente 15 pessoas. Segundo a fiscalização, o estabelecimento não possuía licença sanitária e apresentava problemas estruturais e higiênico-sanitários.

Assim, duas unidades que, juntas, abrigavam aproximadamente 57 pessoas foram alvo de interdição cautelar em dois dias.

As operações reforçam a importância da fiscalização para verificar as condições sanitárias e a regularidade de estabelecimentos que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. A força-tarefa contou com a participação das Vigilâncias Sanitárias Estadual e Municipal, além de outros órgãos públicos.

Vale destacar que as interdições são medidas administrativas cautelares. Os responsáveis pelos estabelecimentos têm direito à defesa e aos procedimentos previstos na legislação.

Assim, duas unidades que, juntas, abrigavam aproximadamente 57 pessoas foram alvo de interdição cautelar em dois dias.

As operações reforçam a importância da fiscalização para verificar as condições sanitárias e a regularidade de estabelecimentos que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. A força-tarefa contou com a participação das Vigilâncias Sanitárias Estadual e Municipal, além de outros órgãos públicos.

Vale destacar que as interdições são medidas administrativas cautelares. Os responsáveis pelos estabelecimentos têm direito à defesa e aos procedimentos previstos na legislação.

Fonte: Da Redação

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