Aperto virou caso de polícia: Idoso que veio de fora diz que “só queria urinar” e não sabia que na Lagoa Maior existia banheiros

No fim, uma necessidade fisiológica alegada pelo idoso terminou bem longe de um banheiro

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Aperto virou caso de polícia: Idoso que veio de fora diz que “só queria urinar” e não sabia que na Lagoa Maior existia banheiros

 

Uma situação no mínimo inusitada ocorreu no principal cartão postal de Três Lagoas, a Lagoa Maior.

Na manhã desta quarta-feira (02). Um idoso acabou denunciado após uma jovem de 21 anos afirmar que ele expôs o órgão genital nas proximidades da pista de caminhada. A justificativa apresentada pelo homem aos policiais? Segundo ele, só queria urinar.

A ocorrência aconteceu por volta das 10 horas, no bairro Interlagos. Conforme o registro policial, a jovem estava sentada nas proximidades quando percebeu a aproximação do idoso. De acordo com a versão dela, o homem teria tentado ficar atrás de uma árvore e, em seguida, exposto o órgão genital para urinar.

A jovem disse que chamou a atenção do homem e pediu para que ele não fizesse aquilo naquele local. Segundo seu relato, porém, a advertência não teria sido atendida. Ela então acionou a Polícia Militar.

“EU SÓ QUERIA URINAR”

Localizado pelos policiais, o idoso apresentou sua versão. Disse que não mora em Três Lagoas, que desconhecia a existência de banheiro nas proximidades e afirmou que sua única intenção era urinar, sem pretensão de constranger ou ofender qualquer pessoa.

Outro detalhe chamou a atenção durante o atendimento: Os próprios militares observaram que o homem apresentava aparente dificuldade auditiva, circunstância que pode ter interferido na compreensão das advertências feitas pela jovem.

A mulher informou ainda possuir uma gravação feita pelo celular, que poderá auxiliar as autoridades na apuração do que efetivamente aconteceu.

DA VONTADE DE IR AO BANHEIRO PARA A DELEGACIA

No fim, uma necessidade fisiológica alegada pelo idoso terminou bem longe de um banheiro: As duas partes foram encaminhadas à Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM).

A ocorrência foi registrada como ato obsceno e posteriormente encaminhada à 1ª Delegacia de Polícia para apuração. Ninguém precisou ser algemado e não houve registro de lesões.

Caberá agora à Polícia Civil analisar as versões e as imagens para verificar se houve efetivamente prática criminosa.

Fonte: Da Redação / Foto: Ilustração

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