Período de festas registra 52 pedidos de medida protetiva em Três Lagoas
A Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Três Lagoas tem atuado com respostas rápidas e efetivas no atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica
O período de festas de fim de ano voltou a expor um cenário preocupante de violência doméstica em Mato Grosso do Sul. Entre os dias 20 de dezembro de 2025 e 6 de janeiro de 2026, foram registrados 639 pedidos de medidas protetivas na Justiça em todo o Estado, o que representa uma média de 35 solicitações por dia.
Os dados mostram que, mesmo em um período marcado por confraternizações, férias e reuniões familiares, a violência continua presente dentro dos lares. Do total de pedidos, Campo Grande concentrou a maior parte, com 342 solicitações, o equivalente a 53,52% de todos os registros.
Na sequência aparecem Dourados, com 75 pedidos (11%), e Três Lagoas, que contabilizou 52 medidas protetivas, representando cerca de 8% do total estadual no período.
O levantamento também chama atenção para um dado ainda mais grave: em 2025, 37 mulheres foram vítimas de feminicídio em Mato Grosso do Sul, evidenciando que a violência de gênero segue como um problema estrutural e persistente no Estado.
Autoridades e órgãos de proteção alertam para a importância da denúncia imediata e do acesso às medidas protetivas, que são instrumentos fundamentais para evitar a escalada da violência e preservar vidas.
Casos de ameaça, agressão ou qualquer tipo de violência podem ser denunciados pelo 190, 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou diretamente nas delegacias, especialmente na Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM).
Vale ressaltar que a Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Três Lagoas tem atuado com respostas rápidas e efetivas no atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica.
A unidade vem garantindo agilidade no registro das ocorrências, encaminhamento imediato de pedidos de medida protetiva e acolhimento especializado, o que tem sido fundamental para proteger vítimas e evitar a escalada da violência.
Fonte: Da Redação
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