‘A casa vai cair, terês-lagoas’: Ademir Firmino relembra trajetória e a época em que lançou o programa “Ronda Policial”
O radialista também relembrou momentos marcantes na Caçula FM, desde os tempos do pioneiro Romeu Campos Júnior, até a evolução da emissora
Em uma entrevista a uma emissora de rádio de Três Lagoas nesta sexta-feira (14), o radialista e jornalista Ademir Firmino, uma das vozes mais marcantes da comunicação três-lagoense relembrou sua trajetória na comunicação.
Ademir revisitou o começo de sua carreira, lembrando que o rádio surgiu como uma “segunda profissão”, paralelamente ao serviço público estadual, no qual atuou por 32 anos, grande parte no Instituto Médico Legal (IML). Apesar de nunca ter assinado carteira no rádio, acumulou mais de 35 anos de atuação, marcados por humor, criatividade e fortes vínculos com o público.
Ademir que sempre foi bem humorado, fez sua marca própria, especialmente durante a fase do programa “Ronda Policial”, que se tornou um sucesso de audiência.
“Eu não consigo fazer rádio sem humor. Sempre misturei notícia com leveza, sem sacanear ninguém. Hoje tudo mudou, há mais limites, mas naquela época funcionava”, relembrou.
Durante a entrevista, o comunicador destacou a importância dos técnicos de áudio, citando com carinho nomes históricos do rádio, como o sonoplasta Juju (Gilmar Gomes).
“O rádio depende muito da técnica. Uma boa parceria entre locutor e sonoplasta faz 60% do programa”, afirmou.
Além dos bastidores profissionais, Ademir compartilhou histórias curiosas, como a origem do famoso bordão “Jericoacoara”. Segundo ele, a expressão nasceu de um romance de juventude com uma cearense. Ao longo dos anos, virou marca registrada no rádio local, tanto que hoje, brinca ele, até sua cachorra e sua lancha carregam o nome da vila cearense.
O radialista também relembrou momentos marcantes na Caçula FM, desde os tempos do pioneiro Romeu Campos Júnior, até a evolução da emissora.
Entre risadas e lembranças, citou colegas como Florisnaldo Leite, o “Flor”, Toninha Campos, Claudinho Pereira, Marco Campos e Marciene Silva, e agradeceu ao carinho do público.
A personalidade bem-humorada ficou evidente ao longo da entrevista, que atraiu grande participação dos ouvintes.
Ao final, Ademir deixou aberta a possibilidade de um retorno futuro ao rádio, mas disse que, por enquanto, vive um merecido “ano sabático” após décadas conciliando comunicação e serviço público. “Pode ser que um dia eu volte, mas não é um projeto de momento. Por agora, estou aproveitando a vida e descansando.”
A entrevista reforçou o carinho do público e consolidou a presença histórica de Ademir Firmino na comunicação de Três Lagoas, um dos nomes mais lembrados quando se fala em irreverência, criatividade e paixão pelo rádio.
Fonte: Da Redação
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